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CORUM Origin dá um verdadeiro impulso às suas poupanças

Como podemos dar resposta à inflação galopante e à subida das taxas de juros? Através da rentabilidade dos seus investimentos. Os dividendos mensais, as mais-valias sobre a venda de imóveis e o aumento do preço da ação são as armas de que dispomos para dinamizar o seu investimento obtendo resultados concretos.

Chegámos finalmente a este ponto. O mundo entrou numa nova era de inflação, a uma escala que não víamos desde meados dos anos 80. No dia 30 de junho, a França registou uma inflação de 5,8% no espaço de um ano*, algo a que não assistíamos desde setembro de 1985. Nos Estados Unidos a inflação já ronda os 9%. E a escalada de preços está longe de terminar. Qual é a explicação para esta situação? A procura aumentou quando a crise de saúde pública começou a dar sinais de melhoria, no entanto, a oferta não foi capaz de dar resposta a essa retoma. É a lei do mercado: quando a procura é superior à oferta, os preços sobem. Como seria de esperar, a guerra na Ucrânia e a escassez mundial de matérias-primas, causada ou acentuada pela guerra, serviram apenas para intensificar este fenómeno. 

Para contrariar a inflação, os bancos aumentaram as suas taxas de juro, em consonância com a política dos bancos centrais. Porquê? Porque aumentar as taxas de juro permite encarecer o custo de financiamento e, por conseguinte, colocar um travão no acesso ao crédito para as famílias e empresas. 

Como consequência, assistimos a um abrandamento do consumo e dos investimentos. Contudo, a subida das taxas de juros tem um limite, nomeadamente, o forte endividamento dos próprios estados, que terão dificuldades em suportar uma subida das taxas nos seus orçamentos. Trata-se de um verdadeiro nó górdio. Entretanto, contrair empréstimos passou a ser mais caro e o poder de compra das famílias diminuiu.

É fundamental saber vender e comprar 

Como podemos ajudá-lo a preservar e aumentar o seu poder de compra? É essa a questão que nos motiva todos os dias. As nossas soluções são desenvolvidas no sentido de lhe oferecer a melhor rentabilidade possível, tentando sempre que a mesma seja superior à inflação. Desta forma, a subida das taxas de juros não irá consumir pouco a pouco todos os seus rendimentos. Em 2021, o seu fundo imobiliário efetuou uma distribuição de rendimentos de 7,03%**, ultrapassando o objetivo de 6%**, o que ilustra o sucesso desta estratégia. 

Contudo, o fundo CORUM Origin não se contenta em pagar-lhe potenciais dividendos todos os meses. As mais-valias sobre a venda de imóveis contribuem igualmente para a rentabilidade do fundo e permitiram obter excelentes resultados durante este trimestre. O seu fundo imobiliário vendeu vários imóveis, nomeadamente, a segunda parte de uma carteira de hotéis B&B (metade da qual tinha sido vendida em dezembro de 2021) e um edifício de escritórios em Nantes. Estas operações permitiram distribuir mais-valias globais de 4,8 M€ em meados de junho. 

O ritmo elevado de vendas verificado desde finais de 2021 fez com que fosse necessário antecipar a reafetação dos fundos e a utilização da futura angariação de fundos. Assim sendo, durante este trimestre foi adquirido um edifício de escritórios em Galway na Irlanda (21 M€), seis imóveis em Itália (por um total de 49 M€), todos arrendados ao banco Intesa SanPaolo, e um imóvel num centro comercial situado no centro da cidade de Valência em Espanha (12 M€). A nossa capacidade de adquirir imóveis, embora este período do ano seja habitualmente calmo, confirma a nossa credibilidade enquanto investidor no mercado, mesmo quando os montantes envolvidos são significativos. Além disso, o progresso alcançado ao longo dos últimos meses garante-nos uma posição confortável nas nossas próximas compras. 

É preciso ter cuidado com a rentabilidade global

A cereja no topo do bolo durante este trimestre foi o aumento do preço da ação do fundo CORUM Origin, que veio reforçar a rentabilidade do seu investimento. No passado dia 1 de abril, procedemos a um aumento de 4,1% do preço da ação do fundo imobiliário. Trata-se da sétima subida em dez anos para o fundo CORUM Origin (+13,5% em dez anos). 

O aumento do preço da ação materializa no bolso dos investidores a criação de valor obtida no património do fundo imobiliário. Se o valor dos imóveis aumenta é normal que os investidores obtenham benefícios concretos, sendo esse o objetivo deste aumento do preço da ação. Contudo, aumentar o preço da ação tem consequências diretas para os gestores de fundos imobiliários, visto que, ao nível dos dividendos distribuídos equivalentes, esse aumento faz automaticamente descer a rentabilidade do fundo imobiliário. Por exemplo, uma rentabilidade de 4% calculada com base num valor da ação de 100 € irá descer para 3,8% caso a base de cálculo passe a ser 105 €, deixando de existir uma rentabilidade de 4%. Por conseguinte, quanto maior é o preço da ação, mais difícil se torna manter os objetivos de rentabilidade. Assim sendo, não é de estranhar que os gerentes evitem dar este passo,  

o que é lamentável. Igualmente lamentável é o novo indicador que o setor dos fundos imobiliários está a tentar impor, a "rentabilidade global", que lhes permite anunciar rentabilidades em alta baseando-se exclusivamente numa subida do valor do seu património, mesmo que isso não tenha qualquer repercussão no bolso dos investidores através de um aumento do preço da ação. Por outras palavras, tentam vender gato por lebre. Devemos lembrar-nos disso daqui a alguns meses, quando forem publicados os resultados anuais dos fundos imobiliários.

 

Por

Frédéric Puzin

 

*Fonte: Insee [Instituto Nacional de Estatística e Estudos Económicos da França] 
**Líquido de comissões de subscrição e gestão

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