Na imprensa
Imobiliário mais simples
29.02.2020
Forbes, Opinião de José Gavino "Estamos em 16 países e vários setores de atividade por forma a reduzir o risco do investimento"

O investimento em imobiliário sempre foi, em Portugal, uma das opções mais valorizadas pelas famílias para investirem as suas poupanças no longo prazo e a pensar nas gerações futuras.

Nos últimos anos, iniciou-se uma forte recu-peração no imobiliário habitacional português, JOSÉ OMINO e uma mais calma recuperação no imobiliário Director da Corumcomercial e turístico. A apetência de investidores Portugal estrangeiros e nacionais, atraídos por benefí-cios fiscais e oportunidades de investimento como o alojamento local, elevou os preços por metro quadrado nas principais cidades em Portugal. Adicionalmente, tem vindo a verificar-se um aumento dos impostos directos e indirectos sobre a detenção e exploração dos activos imobiliários, criando um sen-timento de instabilidade fiscal e reduzindo os retornos espectáveis em investimentos directos em imobiliário.

O Orçamento do Estado para 2020 perspectiva uma penalização fiscal para os compradores de casas superiores a 1 milhão de euros (IMT) e principalmente para investidores em imobiliário directo afecto ao alojamento local (IRC). Há, no entanto, formas de inves-timento em imobiliário que reduzem a exposição dos investidores a esta volatilidade. Os fundos de investimento imobiliário são uma boa opção para quem não quer estar exposto a riscos fiscais (em parte), ao risco país e especialmente à inconstância de arrendatários.

Na Corum damos a mesma visibilidade e transparência do imobiliário directo. É possível ver onde está alocado o dinheiro dos investidores e temos o principal ponto forte do arrendamento: renda mensal. Estamos em 16 países e vários sectores de actividade por forma a reduzir o risco do investimento.

Os nossos fundos investem o dinheiro dos aforradores exclusivamente em imóveis comerciais, desde supermercados, a edifícios de escritórios ou hotéis, que estão arrendados a em-presas de referência, gerando um rendimento estável distribuído mensalmente. Permitimos, com valores baixos, investir num tipo de activos apenas acessível a grandes investidores institucionais como bancos e seguradoras.

Os fundos permitem aos aforradores não terem preocupações com a gestão dos imóveis, inquilinos ou impostos, porque o ren-dimento é tributado na fonte a taxas liberatórias. Naturalmente, todos os investimentos têm risco, todavia, a diversificação, a trans-parência como apresentamos os imóveis adquiridos, incluindo a sua remuneração e prazo de contrato entre outras informações, contribui para uma maior tranquilidade ao investir. Assim, a carga fiscal não pode ser motivo para se afastar de uma das mais clássicas classes de activos.

 

Fonte: Forbes Portugal