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Fundos CORUM captaram mais de 500 milhões de euros em 2020

  • Fundos CORUM investiram 680 milhões de euros no ano passado
  • Ativos sob gestão atingem os 4 mil milhões de euros
  • CORUM XL compra pela primeira vez um imóvel no continente americano

A CORUM Investments conquistou 11 mil novos clientes no ano passado, que aplicaram 509 milhões de euros nos fundos da sociedade gestora de investimentos francesa, presente em Portugal desde 2019.

Em 2020, os fundos imobiliários da CORUM Investments continuaram a apresentar desempenhos sólidos e excederam, uma vez mais, os objectivos fixados. Os fundos comercializados em Portugal, o CORUM Origin e o CORUM XL, registaram performances de 6% e 5,66%, respetivamente.

Performance 2020**

Objetivos de performance 2020

Preço da ação (comissões de subscrição incluídas)

Número de propriedades em carteira

CORUM Origin

6 %

6 %

1 090 €

143

CORUM XL

5,66 %

5 %

189 €

50

 

Num ano profundamente marcado pela pandemia da Covid-19, a taxa de ocupação dos imóveis, detidos e geridos por ambos os fundos, manteve-se a um nível muito elevado (taxa de ocupação financeira superior a 98%), e a taxa de cobrança de rendas esteve próxima do normal.

O impacto dos efeitos da Covid-19 nas rendas foi marginal, tendo  reduzido a rentabilidade anual do CORUM Origin em apenas 0,08% e do CORUM XL em apenas 0,04%.

A CORUM gere os imóveis que adquire e o facto de centrar a aquisição dos imóveis em contratos de longo prazo e arrendatários com grande capacidade financeira, bem como a proximidade que mantém com os seus inquilinos permitiu-lhe, desde o início da pandemia, identificar as necessidades dos arrendatários e evitar incumprimentos nos pagamentos de renda ou rescisões de contratos.

José Gavino, diretor da CORUM em Portugal salienta que “num ano sem precedentes, a CORUM mereceu a confiança dos investidores europeus, que nos permitiram angariar mais de 500 milhões de euros. Oferecer novas soluções de poupança foi um elemento chave da nossa estratégia para satisfazer as necessidades e exigências dos aforradores. A satisfação dos nossos clientes é a nossa prioridade, tanto em termos de desempenho, serviços e diversidade de investimentos”.

Para José Gavino, “2021 oferece perspectivas mais tranquilizadoras em termos de saúde. Esperamos uma recuperação económica mais forte a partir da primavera, mas vamos acompanhar de perto as incertezas ligadas à COVID-19 e ao calendário de vacinação. Neste momento temos ativos em setores como a logística e supermercados a valorizar, e ativos como os hotéis a desvalorizar”.

No ano passado, os fundos da CORUM investiram cerca de 680 milhões de euros e, pela primeira vez, foi realizado um investimento fora do continente europeu. O CORUM XL adquiriu uma propriedade industrial localizada na área da Grande Montreal, na província do Quebeque. O investimento superou os 16 milhões de euros e o edifício é ocupado por uma farmacêutica.

Um marco histórico para a gestora de poupanças francesa que para 2021 mantem a estratégia de investimento de diversificar ativos e procurar imóveis que sejam compatíveis com o objectivo de desempenho, aproveitando as oportunidades geradas pela situação económica no mercado imobiliário.

A CORUM fechou o ano com quase 4 mil milhões de euros de ativos sob gestão e perto de 60 mil acionistas.

CORUM Investments é uma marca da CORUM Asset Management, sociedade gestora de ativos, com sede em 1 rue Euler 75008 Paris, com visto AMF GP – 11000012 de 14 de abril de 2011. 

Os produtos citados neste documento referem-se a soluções de investimento imobiliário geridas pela Corum Asset Management. Adquirir ações Corum Origin ou Corum XL é efetuar um investimento imobiliário. Como qualquer investimento imobiliário, trata-se de um investimento a longo prazo, com um horizonte de investimento a 10 anos, cuja liquidez é limitada. Há o risco de perda do capital investido, os rendimentos não são garantidos e dependem da evolução do mercado imobiliário e das taxas de câmbio. A Corum não garante a revenda das ações. Como qualquer investimento, as rentabilidades passadas, não constituem garantia de rentabilidade futura.

 

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